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11/03/2016

O Regresso (por Kyka Freitas)

Indicado e vencedor do Oscar de Melhor Ator em 2016.

Começamos pela sinopse do filme: Conta a história de um mercador de pele, guia e caçador chamado Glass (Leonardo Di Caprio), que junto ao seu filho (fruto de um amor com uma indígena local), participa de uma caçada a ursos para venda de suas peles. Porém, logo no início do filme, metade desse grupo é morto em ataque indígena, eles estão atrás dos homens que acabam com a natureza selvagem e estupram suas filhas, em um desses ataques, os caçadores sequestraram a filha do Chefe indígena o que traz revolta a tribo. Após um tempo viajando pelo rio, todos os caçadores deixam seus cavalos e passa a caminhar a pé, guiados por Glass. Durante um destes descansos, Glass avista um filhote de urso e passa a seguí-lo, sua mãe ursa percebendo o movimento, ataca Glass deixando-o quase morto no meio da floresta, ele revida dando um tiro de rifle e algumas facadas, o ataque encerra e quando seus colegas o acham, é dada poucas chances de sobrevivência. Daí começa a luta de Hugh Glass pela vida e retorno à ela, além de alimentar um desejo de vingança por quilômetros para encontrar os homens que o traíram.

Então, se o filme era pra ser ecologicamente correto eu não sei. Pois, o que sei é que o Léo morre umas 5 vezes nesse filme e regressa, abate uma ursa e cai literalmente do cavalo numa linda sequência de perseguição. Na verdade, vendo O Regresso eu lembrei muito do filme A Árvore da Vida ao ver os pensamentos do personagem Glass (Leonardo Di Caprio), é um filme altruísta, e conta com inúmeros valores a serem questionados como coragem, abandono, sobrevivência, deixados para trás, amor, trabalho em equipe, comando e tomada de decisões. Quem sabe será um futuro filme para pesquisas acadêmicas, assim que os professores puderem avaliar melhor.


A história é baseada em fatos reais e agora vai virar livro, então os leitores ávidos se preparem. Acredito que o roteiro do filme, o foco, girou em torno das lembranças de Glass sobre um passado ocorrido há pouco com sua amada índia e seu filho, isso é o que o sustentará até o fim do longa. Quem não sobrevive por amor? As cenas de Léo machucado após o ataque permanecem em todo o filme, o que deixa você um pouco enjoado se não está acostumado a tanto sangue no gelo (pela brancura do solo, o vermelho fica super destacado) e por vezes umas pingadas nas câmeras. As caras e bocas do ator, te deixam com aquele ar de: nossa como conseguiu ficar vivo?


 

Os efeitos visuais e maquiagem no corpo de Leonardo Di Caprio foram fantásticas e fiquei boquiaberta em saber que o rapaz sobrevive a este ataque, nossa! Nossa! Nossa! É a maravilha do cinema em ação...(rs), mas também é só, porque depois o filme fica bem apático e demora bastante para uma nova cena de ação, o que me deixou bem decepcionada. Mas, o Oscar foi para o Léo, isso é o que importa! Mereceu realmente, embora acredito que o filme não seria o vencedor, precisava de mais elementos pra ser o eleito da vez e do ano. 


O que posso dizer a vocês é que o filme vale a pena ser visto e deve estar disponível nas locadoras em meados de maio/2016. Vale lembrar as palavras de Leonardo Di Caprio ao receber o Oscar: 

"Obrigado a Alejandro G. Iñarritu e Chivo [diretor de fotografia Emmanuel Lubezki] por criarem uma experiência cinematográfica transcendente. O Regresso foi sobre a relação do homem com a natureza, um mundo que teve em 2015 o ano mais quente já registrado. Nossa produção teve que se mudar para a parte mais ao sul do planeta só para achar neve. A mudança climática é real. Está acontecendo agora. É a ameaça mais urgente à nossa espécie, e precisamos trabalhar coletivamente e parar de procrastinar. Precisamos apoiar os líderes do mundo todo que não falam pelos grandes poluidores e grandes corporações, mas que falam por toda a humanidade, pelos povos indígenas do mundo, pelos bilhões e bilhões de pessoas desamparadas que serão as mais afetadas por isso, pelos nossos netos, e por essas pessoas que tiveram suas vozes afogadas pela ganância política. Não vou esconder que foi a filmagem mais difícil da minha vida, mas no final teve sua recompensa porque González Iñárritu traduziu esse esforço em uma obra de arte" (Di Caprio)



Trailer do filme:

09/03/2016

A GAROTA DINAMARQUESA (por Kyka Freitas)


"Encontre a coragem para ser você mesmo. Eu te amo
 porque você é a única pessoa que me entendeu, que me fez possível."

The Danish Girl - A Garota Dinamarquesa. Melhor Atriz Coadjuvante para Alícia Vikander e Indicação de Melhor Ator para Eddie Redmayne (Melhor Ator 2015) no Oscar 2016.
Merecia o de melhor filme e ator. Affs, essas premiações me tiram do sério!
Bom, não é novidade pra ninguém que esse foi o meu filme do ano 2015. Merecia não só as indicações, mas todos os prêmios de consagração. Casal perfeito, cenário perfeito, fotografia, roteiro adaptado, direção linda de Tom Hooper, enfim, esse era meu preferido.

 
poster oficial do filme

Tudo bem que temas polêmicos já fazem parte de Hollywood e com "A Garota Dinamarquesa" não seria diferente! Eddie Redmayne (Einar Weneger/Lili Elbe) e Alicia Vikander (Gerda Weneger) estrelam esse filme sobre o "amor". O foco principal é a transição de gênero do personagem Einar, ao nascer foi lhe atribuído o sexo masculino, mas ele era intersexual (tinha características tanto masculinas como femininas) e viveu com isso até seus 27 anos,  mas o filme também pode ser descrito como um longa que fala e exalta o amor e cumplicidade do casal. Baseado numa história real, A Garota Dinamarquesa recria o cenário original onde tudo aconteceu na vida destes dois artistas ilustradores.

antes Einar Weneger                               depois Lili Elbe

O filme é desenrolado quando Gerda pede a Einar uma ajuda para terminar sua ilustração de uma tela para uma apresentação no teatro, a ajuda no entanto era pra ele vestir algumas peças de roupa feminina que compunha a ilustração, quando ele veste lembra-se de um passado distante e a partir daí dá sentido a fluidez entre os gêneros, confundindo-o por diversas vezes.

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O ápice do filme, sem dúvidas, é o fator reconhecimento, onde Einar se despe na frente de um espelho do teatro após uma discussão com Gerda. A cena do nú artístico (frontal e lateral) é bem trabalhada nos detalhes e emociona os telespectadores em sentir o que o artista sentiu ao se ver daquela forma. "Não foi tão fácil de interpretar, exigiu foco e concentração, não é fácil fazer um nú artístico com tantas pessoas e câmeras focadas em você" (relata Eddie). De acordo com Alícia, tudo foi tão lindo e maravilhoso que: "Quando terminamos de gravar as cenas, eu me senti tão bem ao ter interpretado a Gerda que deu vontade de abraçar Eddie só por ele ter interpretado a Lili de uma forma tão natural e emocionante, eu me apaixonei pela história dela". Acho que todos nós que assistimos acabamos sentindo isso.



"NÃO É O NÚ ARTÍSTICO OU NÃO, EM CENA, QUE DIZ SE A PESSOA É OU NÃO DIGNA, É A SUA POSTURA PERANTE A SOCIEDADE."
 (Glória Menezes)

Ao se reconhecer como Lili, Einar passa a não mais adotar o vestuário masculino e sua esposa começa a perceber que há um caminho sem volta. Esse fato ainda traz a mente a lembrança de um jovem amigo, Hans, que o beijou quando criança por achar ele tão lindo como uma garota. Os dois acham melhor ver um médico e saber o que está acontecendo, mas nada adianta e Gerda recebendo uma proposta de expor em Paris, embarca com o esposo para alívio momentâneo. É lá que encontram com o Hans e este os ajuda a conhecer o médico Warnerkros que prometia revolucionar a medicina e o corpo de Lili e é neste cenário novo que resolvem transcorrer as cirurgias de redesignação sexual.



Bom, se vocês não conhecem a história de Lili, é bom dá uma olhada na sua biografia "Man into Woman" lá há todos os relatos de sua vida de 14 meses como Lili Elbe, detalhes que o filme, por falta de tempo e questões culturais, não pode mostrar, além disso, alguns países proibiu ou boicotou sua exposição, além da má divulgação de sua Produtora e Distribuidora. O Brasil não ficou fora disso e muitas salas de projeções não exibiram o filme. 

Eddie Redmayne, que impressionou no papel do físico Stephen Hawking em "A teoria de tudo", volta a surpreender na metamorfose Einer/Lili nessa história que acontece em Copenhague e Paris entre 1926 e 1931, época em que o corpo feminino se liberava totalmente através da moda e da dança graças a designers como Jeanne Lanvin, Coco Chanel e Paul Poiret. Paco Delgado se inspirou nos três para criar os looks de Lili e Gerda.
Alicia Vikander, que acabou levando o Oscar 2016 de Melhor Atriz Coadjuvante com este filme, ainda fez outro que brilho no mesmo Oscar, Ex-Machina, levando um Oscar de Melhor Efeitos Visuais. 

Este filme estará em na Exxa filmes em BREVE, (DVD e Blu-ray).
Confira o trailer do filme: 






Spotlight - Segredos Revelados (por Kyka Freitas)


Então, se "os segredos iriam se revelar" neste filme, poxa, demorou muito viu ? Depois de 2h e 08 minutos de exibição eu fiquei a perguntar: "Como e por quê esse filme levou o Oscar de Melhor Filme? Roteiro até poderia ser, afinal baseia-se em história real", sinceramente até agora não sei. Pra mim a disputa sem dúvidas estavam entre O Regresso e A Garota Dinamarquesa, mas como somos Brasil e nisso não interferimos tanto assim... fica a dica!

Spotlight na minha opinião, serviu apenas para continuar atacando a Igreja Católica! Não estou defendendo a igreja em si, mas acredito que o filme serve somente para ir atrás de prêmios jornalísticos sobre os casos de pedofilia e molestamento de menores. Os casos sim, devem ser denunciados, claro que devem, não se devem deixar impunes nenhum deles, mas o filme não traz tão à tona assim as denúncias que você tanto espera ao longo da trama, o que mais se ver são os jornalistas debatendo o tempo todo em como irão atacar e publicar os fatos.

Equipe de jornalistas

O filme é bem morno, não tem tensão, nem ação, discursos cansativos embora profundos sobre o tema. As atuações não são maravilhosas, Mark Ruffalo, Liev Schreiber e Michael Keaton tentam se ajustar aos personagens, Rachel McAdams se adapta melhor fazendo o papel da jornalista curiosa e invasiva atrás de boas respostas, e assim é o que você observa na premiação do Oscar 2016, levando "tão apenas" o prêmio de melhor Filme e roteiro.


O que você espera são as denúncias e as caras e bocas dos padres sendo levados ao confessionário, mas não esperem que isso aconteça, o que acaba decepcionando mais uma vez o telespectador. O foco do filme e do roteiro é acompanhar a brava equipe de jornalistas no relato dos casos. O momento de coragem do jornalismo americano surgiu nesse período em 2002 e de lá pra cá só piorou a busca pelos casos. Por isso o reconhecimento e a premiação do Oscar?
É importante saber que Spotlight é o nome que se dá ao caderno escrito por um grupo seleto de jornalistas investigativos que podem se dedicar a pesquisa de assuntos polêmicos como esse. Derrubar tabus, lutar contra as forças acusadas, publicar as manchetes, esses são os deveres deles.

Como falei, preferi outros dois filmes para serem vencedores este ano, ou então que esse filme fosse mais ousado, mais fundo nos casos, mostrasse mais, quem sabe não queriam uma nova briga religiosa com os católicos e foram cultos em suas cenas, Deus sabe quem vai pagar pelo que fez. Não me surpreendi em esse filme além de ter sido muito elogiado pela imprensa americana, ser o number one na escolha de vencedor.

Nota para este filme por mim: 7,0

Trailer de Spotlight:

07/03/2016

JOY - o nome do sucesso (por Kyka Freitas)


A JOY do filme é um pouco cada um de nós com nossos sonhos aprisionados desde criança e, esquecidos no tempo ao longo dos anos. Mas aí algo acontece e nos toma, os desejos contidos querem se libertar, tornam-se reais, muda completamente a sua vida e passa a interferir também na de muitos. Minha história como empreendedora não foi, e não é diferente, talvez seja por isso que logo me identifiquei com a personagem. 
Esse é o começo da história de "JOY - O Nome do Sucesso", uma mãe divorciada de um marido alheio aos problemas da casa, de uma família que te suga o tempo todo, não estando nem aí para seus sentimentos e desejos e de uma vida difícil e endividada. Mas acontece um grande boom em sua vida, num certo momento, Joy inventa um esfregão que se torce sozinho sem precisar que a dona de casa ponha as mãos nele pra escorrê-lo, e tem mais, pode ser lavado à máquina. Hoje é o conhecido Esfregão MOP, sim o filme é baseado numa história real.

 
Cartaz oficial do Filme Joy

JOY é um filme sobre a experiência de empreender com pouco capital, mas com muita vontade de acertar, ele nos serve de inspiração para aulas de administração de negócios, criatividade, inovação, tecnologia, e motivação pessoal. Só que na realidade nem tudo foi fácil assim,  Joy amarga alguns belos dias até chegar lá, passa por grandes desafios financeiros e muito nãos de grandes empresas e marcas. Só que a moça é bem persistente e o melhor: acredita em sua invenção. Recebe mais alguns outros nãos, faz novos desenhos do seu esfregão, inova, rascunha novamente, testa, só que ninguém entende o que ela quer, até que ela mesma resolve esticar os 92m de fios de algodão e constroe o aparelho de limpeza. Um sucesso!

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Joy rascunhando o seu protótipo do esfregão MOP.

Essa persistencia de Joy nos faz lembrar uma cena de um outro filme já conhecido do público sobre superação e motivação. A cena está no filme "Sete dias com Marilyn", onde o jovem aspirante a produtor de filmes, Colin (interpretado por Eddie Redmayne) passa 8 semanas no escritório do produtor de cinema na busca de uma vaga de emprego. Todos os dias o jovem chega pontualmente, sempre bem alinhado, se oferece para trabalhar, mas, nunca há nada pra ele fazer a não ser esperar. Ele não desiste, seu sonho é entrar para o mundo do Cinema. Os dias passam e a secretária cansada de ver a cena diz que ele é "bastante persistente" e pergunta se não pode fazer um favor pra ela. A partir daí Colin é observado pelo chefe e consegue fazer um trabalho mais rápido e mais eficiente o que lhe garante uma vaga de "servidor de café" na sala de projeção, um tipo de office-boy do escritório. Quando o ator principal aparece, depois das 8 semanas, observa de cara o Colin prestativo, gosta do seu jeito, pergunta  o que ele faz por lá e passa a exigir que o chefe o bonifique pelos bons serviços. A partir daí Colin entra para o mundo do Cinema e garante a vaga de 3° Assistente de produção. Ele conseguiu, mas observe os sinais: chegava sempre cedo, era bem alinhado, colocava-se à disposição, gentil, prestativo, atencioso, eficiente e eficaz. Qual funcionário hoje age assim?
Colin na sala de espera do escritório do produtor de Cinema.

Quando o esfregão está pronto, Joy resolve se lançar no mercado, sem muita prática passa a tentar vender em portas de supermercados, assim é como muita gente tentar vencer, vender e chegar lá, quase sempre da forma errada e logo teremos problema com a fiscalização. Todo esse passeio é dado até Joy finalmente conseguir alguém que lhe estenda a mão, e quem volta à cena para ajudá-la é seu ex-marido, melhor como amigo do que como marido. Joy após esperar novamente por longas horas é recebida pelo Gerente do Canal de compras e aí consegue entrar no mundo business. Aquela família que não a apoiava, começa a acreditar que é possível sim a idéia dar certo.


Joy após finalizar o seu esfregão de 92m de algodão.

Joy é convidada pela emissora a presentar seu aparelho num desses canais, estilo Polishop que ficam 24h no ar vendendo coisas que você não encontra numa megaloja comum, só que as vendas não alavancam e sua irmã percebendo tudo ir pelo ralo resolve dar a primeira ligação.

Essa cena também nos lembra um outro filme catalogado em nosso acervo, mostrando mais uma vez a persistência de uma outra figura familiar para que o sucesso do seu filho tocasse nas rádios locais. Adivinhou quem lembrou do Sr. Francisco, do filme "2 Filhos de Francisco" - A história de Zezé Di Camargo e Luciano. Quem não lembra do pais dos rapazes comprar "ficha telefônica" pra pedir a música deles no rádio? Isso foi o que tornou o sucesso deles conhecido na localidade.

Sr. Francisco pedindo a música dos filhos no rádio.

Joy o nome do sucesso é isso, uma história de superação e força feminina no empreendedorismo inovador. Vale a pena ser visto. É uma história interessante e acaba entretendo você pra saber como será o final dela.
O filme foi indicado ao Oscar 2016 por Melhor Atriz - Jeniffer Lawrence (Jogos Vorazes).

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*Breve em DVD aqui na Exxa Filmes. Aguardem!

Trailer do filme: 



01/03/2016

Oscar 2016: veja lista com os ganhadores da premiação

Animação brasileira perdeu Oscar de Animação para 'Divertida Mente'. 'Mad Max' levou seis estatuetas nas categorias técnicas; veja lista completa.

Alicia Vikander recebe o Oscar de melhor atriz coadjuvante por 'A garota dinamarquesa' (Foto: Chris Pizzello/Invision/AP)

Veja abaixo lista atualizada em tempo real com os vencedores:
- Melhor filme
"A grande aposta"
"Ponte dos espiões"
"Brooklyn"
"Mad Max: Estrada da fúria"
"Perdido em Marte"
"O regresso"
"O quarto de Jack"
"Spotlight: Segredos revelados"
- Melhor ator
Bryan Cranston ("Trumbo")
Matt Damon ("Perdido em Marte")
Leonardo DiCaprio ("O regresso")
Michael Fassbender ("Steve Jobs")
Eddie Redmayne ("A garota dinamarquesa")
- Melhor atriz
Cate Blanchett ("Carol")
Brie Larson ("O quarto de Jack")
Jennifer Lawrence (“Joy”)
Charlotte Rampling (“45 anos”)
Saoirse Ronan ("Brooklyn")
- Melhor diretor
Alejandro G. Iñárritu ("O regresso")
Tom McCarthy ("Spotlight: Segredos revelados")
George Miller ("Mad Max: Estrada da fúria")
Adam McKay ("A grande aposta")
Lenny Abrahamson ("O quarto de Jack")
- Melhor canção original
"Earned it", The Weeknd ("Cinquenta tons de cinza")
"Manta Ray", J. Ralph & Antony ("Racing extinction")
"Simple song #3", Sumi Jo e Viktoria Mullova ("Youth")
"Writing's on the wall", Sam Smith ("007 contra Spectre")
"Til it happens to you", Lady Gaga ("The hunting ground")
- Melhor trilha sonora
"Ponte dos espiões"
"Carol"
"Os 8 odiados"
"Sicario"
"Star Wars: O despertar da força"
- Melhor filme estrangeiro
"O abraço da serpente" (Colômbia)
"Cinco graças" (França)
"O filho de Saul" (Hungria)
"O lobo do deserto" (Jordânia)
"Guerra" (Dinamarca)
- Melhor curta de live action
"Ave Maria"
"Day one"
"Everything will be okay (Alles Wird Gut)"
"Shok"
"Stutterer"
- Melhor documentário
"Amy"
"Cartel Land"
"The look of silence"
"What happened, Miss Simone?"
"Winter on fire: Ukraine's Fight for Freedom"
- Melhor documentário de curta-metragem
"Body team 12"
"Chau, beyond the lines"
"Claude Lanzmann: Spectres of the Shoah"
"A Girl in the River: The Price of forgiveness"
"Last day of freedom"
- Melhor ator coadjuvante
Christian Bale ("A grande aposta")
Tom Hardy ("O regresso")
Mark Ruffalo ("Spotlight: Segredos revelados")
Mark Rylance ("Ponte dos espiões")
Sylvester Stallone ("Creed")
= Melhor animação
"Anomalisa"
"O menino e o mundo"
"Divertida mente"
"Shaun, o carneiro"
"As memórias de Marnie"
- Melhor curta de animação
"Bear Story"

"Prologue"
"Sanjay's Super Team"
"We can't live without Cosmos"
"World of tomorrow"
- Melhores efeitos visuais
"Ex Machina"
"Mad Max: Estrada da fúria"
"Perdido em Marte"
"O regresso"
"Star Wars: O despertar da força"
- Melhor mixagem de som
"Ponte dos espiões"
"Mad Max: Estrada da fúria"
"Perdido em Marte"
"O regresso"
"Star Wars: O despertar da força"
- Melhor edição de som
"Mad Max: Estrada da fúria"
"Perdido em Marte"
"O regresso"
"Sicario"
"Star Wars: O despertar da força"
- Melhor montagem
"A grande aposta"
"Mad Max: Estrada da fúria"
"O regresso"
"Spotlight: Segredos revelados"
"Star Wars: O despertar da força"
- Melhor fotografia
"Carol"
"Os oito odiados"
"Mad Max: Estrada da fúria"
"O regresso"
"Sicario"
- Melhor cabelo e maquiagem
"Mad Max: Estrada da fúria"
"The 100-year-old man who climbed out the window and disappeared"
"O regresso"
- Melhor design de produção
"Ponte dos espiões"
"A garota dinamarquesa"
"Mad Max: Estrada da fúria"
"Perdido em Marte"
"O regresso"
- Melhor figurino
"Carol"
"Cinderela"
"A garota dinamarquesa"
"Mad Max: Estrada da fúria"
"O regresso"
- Melhor atriz coadjuvante
Jennifer Jason Leigh ("Os 8 odiados")
Rooney Mara ("Carol")
Rachel McAdams ("Spotlight: Segredos revelados")
Alicia Vikander ("A garota dinamarquesa")
Kate Winslet ("Steve Jobs")
- Melhor roteiro adaptado
"A grande aposta"
"Brooklyn"
"Carol"
"Perdido em Marte"
"O quarto de Jack"
- Melhor roteiro original
"Ponte dos espiões"
"Ex Machina"
"Divertida mente"
"Spotlight - Segredos revelados"
"Straight Outta Compton"

14/02/2016

“O Regresso” lidera com 5 vitórias e leva como Melhor Filme do BAFTA 2016! Veja a lista completa dos vencedores!