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11/11/2013

A Morte do Demônio, para os amantes do terror absoluto!

"O FILME RESGATA A "BELEZA" DO GORE, TÃO EXALTADO NOS ANOS 80. É UM HORROR DE EXCESSOS, O CINEASTA FEDE ALVAREZ OPTA POR UM REGISTRO MAIS SANGRENTO E OS EXCESSOS TORNAM BANAIS A CENAS DE VIOLÊNCIA E DE SUSTOS. O CINEASTA BRILHANTEMENTE ANULA O USO DE "CGI" E DE COMPUTAÇÃO. O FILME É REALISTA, CHOCANTE E INTENSO". (POR BÁRBARA GENTIL-CLIENTE EXXA FILMES)

A Morte do Demônio
Em 1981, A Morte do Demônio (Evil Dead) colocou no mapa o aspirante a cineasta Sam Raimi. O inventivo filme misturava sustos e gore (sangue e nojeiras) com um bom-humor caricato, capitaneado pelo proeminente queixo deBruce Campbell, o protagonista.
A Morte do Demônio
Três décadas depois, o gênero do filme-de-cabana queEvil Dead ajudou a definir chegou ao ponto de exaustão. Do terror simplista do "cinco vítimas à espera de seu destino" passou por mudanças, reviravoltas e tentativas de reinvenção, culminando no exagerado - e que de certa forma representa esse descontrole temático - O Segredo da Cabana.
Nada mais justo, então, que o próprio Raimi, hoje um superastro da direção, retorne à cabana abandonada na floresta para assumir o controle desse subgênero do medo mais uma vez.
A Morte do Demônio
No entanto, Raimi, sabiamente, entrega o filme a um estreante, emulando seu próprio passado. Fede Alvarez, o uruguaio que realizou o curta Ataque de Pánico! em 2009, dirigiu e corroteirizou A Morte do Demônio (Evil Dead, 2013). A história acompanha cinco amigos (Jane Levy, Lou Taylor Pucci, Shiloh Fernandez, Jessica Lucas e Elizabeth Blackmore) que se hospedam numa cabana isolada numa floresta para o tratamento de desintoxicação da mais jovem deles (cujos sintomas da possessão misturam-se aos reflexos de sua abstinência). Como no original, porém, lá descobrem o "Livro dos Mortos", que liberta um espírito demoníaco que possui, um por um, os incautos.
Incialmente, o grande diferencial é mesmo o tom. Esqueça o humor histérico/grotesco do filme de Raimi. Alvarez está nessa pelo choque. Através de efeitos práticos - que na tela ficam extremamente realistas -, o diretor uruguaio busca algumas das cenas mais graficamente intensas do terror recente. E tome caixas d´agua de sangue vomitado, lâminas cortando membros diversos, cérebros espatifados, unhas soltas e outras aflições violentas. Não há espaço para o alívio cômico, mas o tom 100% devotado ao goreacaba, como todo bom filme do gênero, tirando força dessa violência. Quanto tudo é violento, perde-se o referencial. Ao menos para quem já não se impressiona com esse tipo de produção.
O novo A Morte do Demônio surpreende mesmo em seu terceiro ato, distanciando-se do original e dando ideias novas à série, que são coerentes com o todo e suficientemente interessantes. E se os trailers vendiam algo que parecia um reinício para Evil Dead, basta ficar atento para a cabana para perceber que na verdade trata-se de uma continuação (fique também até o final dos créditos). O curioso agora é ver como Sam Raimi, Bruce Campbell e cia. vão continuar a saga demoníaca com protagonistas (e tons) tão distintos.


23/05/2012

CHEGOU NA EXXA FILMES, DVD A MULHER DE PRETO.



A MULHER DE PRETO (DVD)
Gênero: Suspense



Resumo: O jovem advogado Arthur Kipps viaja para um remoto vilarejo para cuidar dos papéis de um cliente recém-falecido. Lá, ele encontra o fantasma de uma mulher que busca vingança.

Diretor: James Watkins

Elenco: Emma Shorey ... Fisher Girl Molly Harmon ... Fisher Girl

Classificação / Faixa Etária: 16 ANOS

Duração:95 MIN

Origem: REINO UNIDO

Idioma: Inglês / Português

legenda: Inglês / Português

Data de Lançamento: 2012



Crítica por Omelete: http://omelete.uol.com.br/cinema/mulher-de-preto-critica/

18/04/2012

Chegou na Exxa Filmes em DVD: Cry-Wolf o jogo da mentira

CRY-WOLF O JOGO DA MENTIRA (dvd)
Gênero: Terror

Resumo: Ninguém acredita num mentiroso, mesmo quando ele está dizendo a verdade. Quando uma jovem mulher é assassinada, um grupo de estudantes do colégio local decide assustar os colegas, espalhando o rumor de que um assassino em série chamado "O Lobo" anda à solta. Ao descreverem as vítimas de "O Lobo", o objetivo dos estudantes é ver quantas pessoas conseguem convencer e se alguém descobre a mentira. Mas, quando as vítimas descritas começam a aparecer mortas, ninguém sabe onde acaba a mentira e começa a verdade.

Diretor: Jeff Wadlow

Elenco: Julian Morris .... Owen Lindy Booth .... Dodger

Classificação / Faixa Etária: 16 ANOS

Duração:90 MIN

Origem: EUA

Idioma: Inglês / Português

legenda: Inglês / Português

Data de Lançamento: 2005

01/02/2012

Chegou o DVD Premonição 5.

Premonição 5

Premonição 5 | Crítica

Filme testa ajustes na fórmula mas o 3-D continua sendo o grande trunfo

Marcelo Hessel
22 de Setembro de 2011






A Warner Bros. tem em Premonição uma franquia que, entre o primeiro e o quarto filme, lucrava mais a cada continuação. É compreensível que pequenos ajustes na fórmula sejam feitos para não perder esse público, ePremonição 5 toma duas medidas nesse sentido.
Uma delas o espectador só vai entender na última cena, embora pistas sejam largadas ao longo do filme (como o modelo de celular usado pelo personagem de P.J. Byrne). É uma reviravolta interessante dentro da mitologia da série, que pode, em eventuais continuações, ser trabalhada para definir melhor onde começa e termina essa mitologia.
A segunda medida é mais discutível. A morte continua perseguindo os personagens que sobrevivem ao enorme acidente que abre o filme - desta vez é a queda de uma ponte suspensa - mas aos condenados agora é permitida uma decisão moral: se eles conseguirem uma pessoa para morrer em seu lugar, livram-se da maldição. Isso aproxima o filme da falsa complexidade de Jogos Mortais, mas seria mesmo o melhor caminho para Premonição?
O fato é que o fator fundamental da renovação da franquia não é temática, e sim técnica: o 3-D. Isso fez a diferença no quarto filme (o maior sucesso da série até aqui) e é aprimorado agora. O diretor Steven Quale, que trabalhou como diretor de segunda unidade em Avatar e está estreando como diretor solo, entende o suficiente da tecnologia para tornar as mortes de Premonição 5 mais interessantes. É menos uma questão de inventidade (novas maneiras de matar), do que de estética (como potencializar o suspense dessas mortes com o 3-D).
Filmar em uma ponte suspensa contribui para isso. É sadismo puro a expectativa (que pode levar meio segundo mas é válida mesmo assim) da queda livre de um corpo que está prestes a ser perfurado por uma haste na superfície da água. O 3-D primeiro adiciona profundidade à imagem (a ponte parece mais alta quando vista de cima), depois avança sobre o espectador, com a haste suja de sangue saltando da tela.

O grande prazer de Premonição - especialmente nos filmes dirigidos com tom cômico por David R. Ellis - sempre foi tentar adivinhar de onde a morte virá, dentro de uma cena. Assim como sadismo puro, é também suspense puro, descomplicado: a faísca do fio desencapado que ninguém percebe, ou o caco de vidro cada vez mais próximo de um rosto.
Steven Quale contribui, neste quinto filme, com uma das melhores cenas desse tipo dentro da franquia: a morte da ginasta. Observamos um parafuso na barra e uma tachinha na trave, uma poça de água que se espalha, um ventilador que fica mais forte. O 3-D serve para potencializar a paranoia: já estamos obcecados com o parafuso e a tachinha, mas os planos-detalhes aumentados pelo 3-D tornam a tensão mais sublime.
O defeito de Premonição 5 é não perceber que sua força vem desses pequenos momentos. Parece que o interesse nas mortes mais elaboradas vai decaindo à medida em que a trama se volta para as decisões morais - e digamos que nem o diretor nem o elenco está preparado para dar estofo e gravidade a essa questão "séria" do "mate ou morra".
Nas mãos de um David Ellis, as decisões morais serviriam pra enriquecer o mise-en-scène das mortes (imagine o destino de uma pessoa sendo decidido não só pelo acaso, mas numa mistura desvairada de acaso com homicídio planejado por outra pessoa). Do jeito que ficou, com uma divisão previsível de heróis e vilões durante o clímax, Premonição 5 perde sua força. Fica previsível, o que é o maior erro que um filme da série pode cometer.
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